Estamos na contagem regressiva para as eleições municipais e cada minuto é determinante para configurar como será o resultado do pleito no dia 15 de novembro. Pensando em democratizar a decisão dos eleitores de nossa cidade, a Rádio Auge vem entrevistando os candidatos que desejam pleitear uma vaga na Casa Severaque Dionísio, que compõem a coligação “Bayeux contra a corrupção”, liderada pelo Capitão Antônio, candidato a prefeito pelo democrata (DEM). O objetivo da série é divulgar as opiniões e propostas dos candidatos, sobre os principais temas do município, pois a escolha destes representantes determinará como será nossa qualidade de vida, durante os quatro anos de mandato. Recebemos na tarde do último dia 3, os candidatos a vereador nas respectivas ordens: Dra. Lêda, Ricardo Pereira, Robson Barlavento e Cláudio Pereira.

       A primeira entrevistada foi Leda Maria Dantas De Assis, Doutora e cirurgiã dentista pela UFPB, 74 anos, casada, mãe de Roberta Lígia e Daniel Fábio. Nascida em Cruz do Espírito Santo e bayeuxense de coração, concursada há mais de 28 anos na área da saúde, coloca seu nome à disposição para representar a população na Câmara Municipal de Bayeux.

     Dra. Leda afirma que sua principal bandeira de luta será a saúde: “A saúde é a minha área, minha especialidade é em Odontologia, mas se Deus permitir, lutarei pela saúde de uma maneira geral. Tem me entristecido muito ver a nossa situação e Bayeux merece coisa boa, é gente da gente e merece viver bem. A criação de um hospital geral está entre as minhas prioridades. Nós temos uma necessidade urgente de um hospital equipado para fazer pequenas, grandes e médias cirurgias, facilitando a vida da população”, afirmou. Ainda sobre a saúde, Dra. Leda disse que é preciso ter uma política voltada tanto para as mulheres, quanto para os homens, pois ambos precisam de cuidados na área. Pretende também fazer funcionar as unidades básicas de saúde do município. Segundo ela, são 28 unidades na cidade, que precisam de um sistema de regulamentação mais eficiente. Na oportunidade, a candidata mostrou indignação ao lembrar-se do tempo em que trabalhou na saúde, onde presenciou idosos na espera de um atendimento digno e humanitário, bem como a falta de medicamentos para os idosos, diabéticos, hipertensos, dentre outros. Quanto à melhoria no atendimento aos que precisa dos dentistas, a candidata prevê a retirada do Centro de Odontologia do Benjamin Maranhão e acrescentar a Odontopediatria, criar um centro de diagnóstico de imagem panorâmica, trazer novamente o laboratório de prótese; dentre outros.

     Sobre a segurança municipal Dra. Leda afirmou: “A segurança sempre é muito importante numa cidade e em Bayeux não é diferente, temos a segurança, mas como em todos os outros setores é preciso melhorar. Na minha visão, o que é bom deve permanecer e o que não está, deve ser cuidado. Pelo tempo que estou aqui, tenho visto que a guarda tem se comportado, dentro dos parâmetros que lhe oferece, de uma maneira correta”, ressaltou.

        Indagada sobre criação de empregos e diminuição dos impostos, Dra. Leda afirmou que a prerrogativa do vereador é legislar, criar projetos para o executivo e que infelizmente, um vereador só, não pode gerar emprego e diminuir impostos. Porém, caso eleita, irá apresentar propostas para viabilizar instalações de empresas na cidade. Visa também ofertar aos jovens as condições necessárias para que possam trabalhar e assim conseguirem o primeiro emprego e sejam independentes financeiramente.

        Em suas considerações finais, a candidata agradeceu o espaço concedido no programa Fome de Política, e ressaltou: “Eu sou uma mulher com propósitos e esperança, crente que Deus quer o melhor para nós. Um bom político é aquele que pensa nas próximas gerações. Não vai ser fácil, o fácil se faz logo, o difícil demora um pouco, o impossível se coloca nas mãos de Deus. Assim defino minha campanha. Vamos melhorar aquilo que não está bom e colocar coisas boas para o povo, meu número é 25100”, concluiu.




           Seguindo a série de entrevistas, o candidato Ricardo Pereira foi o segundo a falar. José Ricardo Alves Pereira, bayeuxense, mais conhecido como Ricardo Pereira, 26 anos, formado em Gestão Pública (UNOPAR) Há seis anos presta serviços ao município de Bayeux, através da Clínica médica do tio. Filiado ao PV (Partido Verde), Ricardo acredita que com sua visão desenvolta e inovadora, está preparado para assumir uma vaga como vereador na Câmara Municipal e fazer a diferença na vida da população e coloca seu nome para representar os eleitores através do número 43000

         Fazendo um breve resumo sobre sua campanha e bandeira de luta e projetos, Ricardo Pereira falou: “Nossa principal vai ser a saúde da cidade que vem passando por uma situação muito difícil. Temos visto a dificuldade do povo em ter um atendimento digno nos postos de saúde, na UPA e no Hospital Materno-Infantil. A gente vai fazer com que a saúde de Bayeux mude claro depende não só da gente, mas dos parlamentares e do poder executivo. Vamos lutar para eu todos os postos de saúde tenham médicos e funcionem”,declarou.

         O candidato ressaltou que caso eleito também irá investir no Turismo: “O projeto que a gente vai trabalhar a partir de janeiro, será a luta para que a prefeitura, junto ao governo estadual e federal, construa um parque ecológico na cidade de Bayeux. Vamos lutar por um parque ecológico, tanto na Mata do Xexém, como nas áreas ribeirinhas no Baralho e São Lourenço. O parque contará com restaurantes modernos, área de lazer, tirolesa, passeio de barco e canoa. Tenho certeza que isso será um marco, tanto no turismo quanto na geração de emprego e renda para nossa cidade que hoje não temos um ponto turístico”, afirmou.

       Quando perguntado sobre o IPAM, o candidato disse que lutará para que a classe tenha um salário digno. Prevê ainda a criação de um concurso público e acabar com os contratos, pois segundo sua concepção, Bayeux não pode servir de cabine de emprego. Ricardo Pereira se diz ciente das dificuldades que enfrentará devido à pandemia, mas que a realização de um concurso público se faz muito necessário. Visa também uma reforma na administração pública, para que a cidade olhe pra frente.

       Sobre a educação no município, o candidato respondeu: “Quando se fala em educação no município, a gente fica triste, porque hoje o IDEB do município caiu. A qualidade da merenda em relação aos outros anos caiu e com a pandemia a dificuldade aumentou. Muitos professores fora da sala de aula e poucos alunos conseguem assistir as aulas. Também fico muito triste quando saio nas ruas e encontro professores formados, que estudaram na cidade, sem emprego, por falta de oportunidades no município, e vem gente de Santa Rita, Cabedelo e João Pessoa por indicação, ocupar essas vagas. Isso é uma coisa eu a gente vai pegar no pé. Pra trabalhar como contratado em nosso município tem que ser daqui. Bayeux tem mais de 100 mil habitantes, temos pessoas capacitadas para serem secretários, professores, enfermeiros, médicos. Não precisamos de pessoas de cidade alguma pra trabalhar aqui”, ressaltou.

         Por fim, agradeceu pelo espaço no Programa Fome de Política e desabafou: “Pra mim tem sido uma experiência incrível, tenho conhecido cada canto dessa cidade. Quero agradecer toda a minha família pelo empenho e dedicação a nossa campanha. A família Pereira está unida. Estou muito feliz e agradeço ao meu mentor Dr. Expedito Pereira e ao ex vereador de Bayeux, Flávio Lira. Em cada família, em cada casa que a gente chega a receptividade e alegria é a mesma. Se Deus quiser, no dia 15 de novembro, o povo de Bayeux vai votar certo, Ricardo Pereira 43456 e Capitão Antônio 25”, finalizou.




           Logo em seguida foi a vez do candidato Robson Barlavento falar. Kleberson Robson Barlavento, 56 anos, policial militar a 36 anos, tendo atuado 17 anos na segurança aqui em Bayeux.

       Quando indagado sobre suas propostas para a cidade, Barlavento respondeu: “As minhas propostas são as melhores pra Bayeux, pelo que estamos vendo, infelizmente, os nossos vereadores estão deixando a desejar. Bayeux hoje não tem saúde, não tem educação, não tem infraestrutura. O que eu tenho eu fazer quando chegar lá é fiscalizar obras públicas e pretendo ser um fiscal atuante na cidade. Fiz uma gestão de primeiro mundo na polícia militar. Bato sempre de frente com a vagabundagem e a bandidagem. Para tirar esses maus políticos da casa Severaque Dionísio só depende de nós. Temos que dar as mãos e tirar toda a podridão que está instalada na câmara, achando eu está bom” desabafou.

        Indagado sobre a educação e saúde no município, Robson Barlavento respondeu: “São coisas que a gente não tem nessa gestão, a pior gestão que Bayeux já teve. Precisamos de melhorias, escolas, livros. Eu tenho uma posição de que a gente tenha, no mínimo, um colégio militar, assumido pela quarta companhia militar em Bayeux. Alguns colégios que tem altos índices de violência, ao adotarem um modelo cívico militar nas escolas e disponibilizarem profissionais nas áreas de segurança e pedagogia, mantendo uma base que dá aulas de capoeira, informática, dança, conseguem tirar essas crianças e adolescentes da ociosidade”, afirmou.

     O candidato afirmou não ter nada contra concursos de paredões e concurso de passinho, mas pede respeito aos praticantes do movimento, para não atrapalhar o direito de ir e vir dos cidadãos. Na sua visão tem que haver um ambiente específico, para que essas pessoas possam encontrar e darem continuidade a essa cultura.

     Sobre o hospital geral, o candidato respondeu: “Precisamos ter gestores que se preocupem com a cidade, com os hospitais. Precisamos de médicos, remédios. Ando por aí, converso com as pessoas e elas falam que não votam comigo, porque se comprometeu com tal vereador que me deu uma ressonância. Essa é a função do vereador, ele não tem que dar a uma pessoa, mas levar aos hospitais pra todos terem o mesmo direito”, desabafou

     Uma das propostas de Robson Barlavento é que cada vereador possa tomar conta de um bairro e os três restantes, respondam pelo bairro do Mário Andreazza.

       Em suas considerações finais, Robson Barlavento agradeceu ao radialista Márcio Paz, pelo espaço concedido no Programa e aos ouvintes falou: “Sou sargento, mas quero fazer a diferença positivamente hoje na política. Um abraço e não esqueça 17190, Barlavento e Capitão Antônio 25”, finalizou.




      

 

               O último convidado foi CláudioJosé Elias Pereira, 56 anos e autônomo no município. O candidato começou falando: “Hoje pela primeira vez estou me lançando como candidato, minha primeira campanha e espero que seja vitoriosa, com a vontade do povo. Meu número é 43121,pelo partido verde (PV), junto com o  Capitão Antônio 25 e quero dizer que Bayeux precisa de mudança, e essa mudança tem que ser agora.

         Indagado sobre a saúde o candidato relatou que passou por um episódio aonde precisou de uma enfermeira, para aplicar uma injeção, em determinado PSF e não tinha: “Eu naquele momento, tive como colocar meu pai no carro e levar pra outro posto de saúde para a injeção ser aplicada. Mas aí eu pergunto, se uma pessoa carente, que não tem um transporte e chega procurando atendimento e não encontra, fica revoltada. Eu quero ser um fiscal que você vai ligar e dizer o que está acontecendo nos PSFs e eu vou pessoalmente fazer a fiscalização, vou cobrar e mostrar ao povo que nós temos o poder de mudar Bayeux”, afirmou.

          Sobre o esporte e a juventude, Elias Pereira respondeu: “Vou tentar entrar em contato com o secretário de educação, junto ao prefeito, que eu espero que seja o Capitão Antônio, porque é uma pessoa séria e tem mostrado vontade de acabar com a corrupção em nossa cidade, para trazer incentivos aos jovens. Os jovens precisam sair das ruas, através de quadras, ginásios, para demonstrarem o seu talento.

            No que se refere ao turismo, o candidato afirmou, que caso eleito, irá tirar a canoa instalada na subida do Jardim Aeroporto: “Vou lutar junto ao Capitão Antônio, para que a gente traga o turista pra Bayeux. Pretendo vê se pode ser feita algum tipo de drenagem no mangue para que maiores embarcações possam vir; resgatar a ponte Sanhauá, uma ponte da antiga, não pra transporte, mas para implantar o pôr do sol. Por que não resgatar a ponte, para que o turista venha assistir o pôr do sol e mostrar o eu temos de melhor, a exemplo das nossas quadrilhas juninas, para que os turistas que estiverem nas embarcações assistam”, indagou.

      Nas considerações finais o candidato agradeceu o espaço no programa Fome de Política, e finalizou: “Bayeux precisa de mudança, nós podemos tirar a cidade da lama e levar ao pedestal. Podemos limpar a cidade e não reeleger esses políticos que estão aí. Quero fazer um convite especial aos eleitores de Bayeux, no dia 15 de novembro não deixe de votar. Vote consciente vote pela mudança, Capitão Antônio 25, Cláudio Pereira 43121”, finalizou




Redação.

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