A promotora de Justiça, Carolina Soares Honorato de Macedo, determinou a instauração de Procedimento Preparatório Eleitoral para apurar se o candidato vitorioso nas eleições suplementares de Gado Bravo, Marcelo Paulino da Silva, conhecido como Marcelo Jorge, praticou conduta vedada durante exercício interino do cargo como presidente da Câmara Municipal.

A medida foi publicada na edição da última sexta-feira (10) do Diário Oficial Eletrônio do Ministério Público.

De acordo com a publicação, o gestor teria cometido conduta vedada, o que configuraria desrespeito aos princípios correlatos da Administração Pública. Tais práticas constantes na Notícia de Fato 001.2021.050328, teriam desequilibrado a campanha que culminou na realização do pleito desse domingo (13).

Marcelo Jorge foi eleito com 62,58% dos votos (3.613). Já o ex-prefeito do município, Fernando Morais, obteve 37,42% dos votos (2.160).

A reportagem se coloca à disposição dos citados para, querendo, apresentarem suas versões acerca dos fatos.

Confira a íntegra:

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